domingo, 27 de janeiro de 2013

A Primeira Vez de Muitas




Pra tudo na vida existe uma primeira vez, têm aquele que lembra e se emociona. Fecha os olhos e revive a cena como um filme de sessão da tarde.

Pode começar com um beijo roubado depois de horas de conversa ou só se deixar levar pela melodia tocada no fundo da sala.

Às vezes marca pra sempre a vida e têm o outro que nem lembra, o telefone toca no dia seguinte e a gente torce pra que seja ele, de repente a campainha soa dim, dom, dim, dom. Coração voluntariamente dispara e para.

Flores, palavras doces, carinhos, beijo na nuca, planos e mais planos, Cenário de um primeiro encontro e a gente torce que seja o ultimo, que a procura infindável pelo chinelo dos nossos pés descalços finalmente tenha encontrado o número exato.

Porém inexplicavelmente, o telefone não toca, sem qualquer vestígio de SMS ou mensagem na secretária eletrônica. Há quem se culpe ou quem insiste, mais depois de um tempo, a gente se dá conta que o culpado do desamor não foi à gente, o culpado foi aquele que não soube amar e se deixar amar.




Leila Cardoso formada em Geografia pela Universidade Federal do Amapá. Uma pessoa que anseia pelo futuro, mais que vive com os pés presos no passado. Exigente por natureza mais ao mesmo tempo exala um há de desinteressada. Detesta metade, meio termo, é inteira e intensa. Por isso vive tudo até o ultimo suspiro.  É aquela  menina que todos insistem em chamar de mulher e vice- versa, amante da liberdade, imperativa, que sonha alto com os pés no chão.


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